Justiça determina que morte da policial Gisele seja investigada como feminicídio
Hipótese inicial de suicídio está cada vez mais afastada pelas investigações
Balanço Geral Manhã|Do R7
A morte da policial militar Gisele Santana em seu apartamento em São Paulo está agora sendo investigada como feminicídio. Inicialmente tratada como suicídio e depois como morte suspeita, a reclassificação ocorreu após a divulgação de laudos periciais que indicam sinais de enforcamento antes do disparo fatal. A Justiça decretou sigilo nas investigações.
Os exames revelaram lesões no rosto e pescoço compatíveis com sufocamento por pressão digital. Marcas de unhas foram encontradas sem indícios de defesa por parte da vítima. O tiro que matou Gisele foi dado do lado direito da cabeça dela, numa trajetória considerada incompatível com suicídio pela perícia.
O marido de Gisele, o tenente-coronel Geraldo Neto, afirmou estar no banho durante o incidente; contudo, um policial relatou que o banheiro estava seco quando chegou ao local. Além disso, houve uma demora considerávelentre o horário estimado do disparo ouvido por vizinhos e as ligações feitas pelo marido para pedir socorro.
A polícia apreendeu os celulares envolvidos para análise das comunicações realizadas naquele dia. Testemunhas adicionais estão sendo ouvidas enquanto novas evidências são coletadas pelas autoridades responsáveis pelo caso no 8º Distrito Policial em São Paulo.
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